Seria então uma questão de entender o momento,
saber simplesmente administrar o tempo
simples, oposto e pretensioso intento
de quem ao seu passar se faz farrapo
desgastado, talvez, um tanto sábio
que ao mesmo tempo que esfacelado, reflexivo
nauseado, entorpecidamente sóbrio
um cérebro substancialmente ativo
inquisitivo sobre o tempo e seus desígnios
entre o que ele leva e o que traz
entre pedras e lamaçais, princípios
e finais que as vezes beiraram precipícios
sempre mostrando diferentes portas, mas
cobrando sempre instintos tão próprios.
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